A VIAJANTE DO TREM

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O que há por tras?

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 Publicada em 11/08/2017 - 00h44min
Andréia Gonçalves

O que há por trás?

Sorrisos. Gargalhadas soltas sem sacrifícios. Olhos que vibram encantando todos que esbarravam com essa espontaneidade.
Quando isso tudo se apaga e a pessoa dona de tudo isso resolve dar um basta em sua própria caminhada, deixando todos por aqui atônitos e sem respostas, só não para para pensar no quão profunda é a alma humana quem não quer.
Nunca vou me esquecer de quando uma pessoa amiga disse-me uma vez há muitos anos quando estava em vários conflitos internos: "Andréia, você precisa parar de rir de tudo".
Na hora não entendi o que ela quis dizer, tipicamente, pela minha imaturidade na ocasião. Depois de um tempo refletindo, entendi perfeitamente: quem ri de tudo é muito mais aceito socialmente do que aquele que chora e escancara seus sentimentos profundos.
Em tantos momentos era o choro que queria mostrar, mas usava a risada gratuita como escudo apenas para ser aceita. Continuo aprendendo.
Tentando aprender também com a vida adulta o quanto nos afastamos de quem amamos pela correria do dia-a-dia, da busca do nosso ganha pão, da busca do nosso auto conhecimento.
Com tanta tecnologia ultimamente, de uma forma extremamente mecânica, soltamos um "Oi, tudo bem" e a resposta instantânea vem e seguimos a vida. Mas será que realmente queremos saber do outro quando não está? Será que teremos ouvidos de ouvir quando um grito de ajuda soar ao nosso lado? Ou estender a mão sem distinção? São puras reflexões para entender o que há por trás de um sorriso e que nem sempre é puro.
Estamos vivendo momentos atropelados onde sentimos saudades, mas não vamos "matá-las" visitando quem nos é caro. Nem ligações telefônicas fazemos mais. Sei que nem sempre conseguimos, mas precisamos prestar atenção ao nosso redor, ao próximo mais próximo, pelo menos.
Um sorriso pode ser um pedido de ajuda daqueles agonizantes e talvez a dor seja tão insuportável que só nos restará conviver com dúvidas quando a pessoa ali, do nosso lado, não conseguir mais continuar.

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