Apressadinhos

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Já dizia o bom e velho ditado: “a pressa é inimiga da perfeição”, não é mesmo?

Esse provérbio se encaixa perfeitamente ao nosso dia a dia nos trilhos, onde muitos acidentes ou situações constrangedoras poderiam ser evitados, se não fôssemos tão controlados pelo tempo e pelo modo sempre urgente que infelizmente, vivemos nos dias de hoje.

Um dos avisos sonoros que se ouve nas estações e que vemos pouco respeito é: “Ao ouvir o toque da campainha, não entre ou saia do trem”.

A pessoa vem empurrando todo mundo desde a escada lotada e você acha que ela vai parar por causa de um barulhinho? Doce ilusão, mas aí é que mora o grande perigo.

Além do meu pai, que já ficou com a cabeça presa na porta por conta disso, são várias as pessoas que também ficam “meio aqui, meio ali”.

Ouvindo a conversa de algumas senhoras recentemente, elas contavam que o Seba (apelido de Sebastião?) ficou com o fundo da calça presa na porta do trem ao tentar entrar quando as portas já estavam fechando.

Pausa para imaginar a cena!

Como disse a mulher: - Quem mandou usar uma calça com fundo frouxo e ser apressadinho!

Foi praticamente a viagem toda daquele jeito, sem poder se mexer muito porque porta demorou aabrir do lado em que estava. Coitado do Seba!

Há muito tempo atrás no Potoque, eu também já fui dessas desesperadas.

Ao tentar entrar a todo custo naquele que julgava ser o último trem da Terra, com uma pressa desesperada, não percebi que minha bolsa ficou bem no meio de onde a porta fecharia.

Resultado: o trem saiu com a bolsa presa pela metade e contando com a solidariedade da galera, ficamos puxando a bendita até conseguir fazer com que ela entrasse por completo.

Quando a vi, uma alça já era e o celular havia quebrado o visor. Pergunta se não aprendi com isso!

Já vi gente prendendo a mão dentro do vão que existe quando as portas se fecham, em alguns trens ou na correria para entrar, deixam cair celular, blusa e tantas outras coisas que carregam em suas viagens.

Portanto, meus amigos, a pressa aqui nunca é bem vinda. Palavra de quem já a praticou em lugar errado e aprendeu com a prensada!



 

 

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